
A sua última publicação chegou até mim no mês de Junho, agradando-me desde logo por duas razões de ordem prática e estética: o formato e a capa, ambos atraentes para acompanhar as férias de verão.
Trata-se de um livro sobre e para jovens adolescentes que aos adultos, sobretudo pais, também interessa. Os acontecimentos desenrolam-se num tempo cronológico relativamente curto e a escrita segue uma lógica de diário, instrospectiva, analítca mas também muito descritiva, direi mesmo, às vezes, excessivamente descritiva! Mas são os anseios (e ansiedades) da jovem Teresa que nos invadem e transportam para um espaço redutor, claustrofóbico, onde borbulham emoções e sentimentos díspares e contraditórios, a (sua) ilha, de onde foi difícil para Teresa emergir.