segunda-feira, 26 de maio de 2008

Poesia de Laboratório...

(...)
Mas para quê preocupar-me?
Afinal, nem o sol se preocupa.
Só me aquece,
E que bem o faz!
Fenece, mas assim é a realidade mordaz.
(...)
Mas, onde vai agora a nuvem?
Onde?
O simples vidro só me mostra o Sol belo,
Radiante, qual guerreiro triunfante,
Numa batalha que nem eu próprio me recordo.
Já ninguém está comigo.
Cessou a epifania,
E o sol não me entende.
João, 12º.2

1 comentário:

coordenadores de leitura disse...

Descobrimos este poema no jornal"O Braamcamp", um projecto da turma 1 do 12ºano, e não resistimos a revelar dois excertos para aguçar a curiosidade pela leitura do restante e de muito mais que encontrámos no blogue do autor.
É interessante constatar como a Química e a Poesia podem originar uma mistura verdadeiramente explosiva/criativa.
Prof. Fátima Pinto