Muitas sugestões para fazer do livro e da leitura uma prioridade e um prazer insaciável.
Em Dezembro, a ideia central é a Família.
A maior dificuldade encontrada pelos alunos foi entender o sentido de algumas dessas palavras e, depois, juntá-las num texto original e criativo.
O exercício proposto à turma 4 do 9º ano consistia na supressão de expressões ou frases de um dado texto, conferindo-lhe assim um sentido novo, diferente.
Ultrapassada a estranheza inicial, os alunos empenharam-se na atividade.
Mesmo para os mais resistentes, o contacto com os livros e a escolha de leituras constitui uma oportunidade para treinar uma competência essencial e/ou descobrir/renovar o prazer de ler!
A turma 2 do 8º ano foi à biblioteca.
O exercício proposto à turma 8 do 9º ano consistia em reescrever um texto de autor, suprimindo frases/ palavras, de forma a alterar o seu sentido. Constatou-se alguma relutância da parte os alunos em "riscar" elementos do texto, afigurando-se-lhes preferível o acréscimo à subtração de palavras.
No Dia Nacional da Cultura Científica, 24 de novembro, foi reposta uma exposição constituída por uma vintena de cartazes plastificados, evocando a vida e a obra de duas figuras incontornáveis do período do Renascimento, Pedro Nunes e Damião de Góis, com recurso a várias reproduções de pinturas de autores conhecidos e, ainda, a referência a uma figura essencial para a difusão da cultura renascentista , responsável pela invenção da imprensa: Johannes Gutenberg.
O desafio colocado à turma 7 do 9º ano consistiu na elaboração de pequenos textos com a descrição de personagens à sua escolha, sem recorrer ao uso de adjetivos. Focando-se em pessoas conhecidas (amiga, mãe, namorado/a...) ou em ídolos desportivos, musicais ... os alunos ultrapassaram a dificuldade inicial e concretizaram a tarefa.
Numa 1ª etapa, os alunos da turma 5 do 9º ano tomaram contacto com a derivação, erudita e popular, de algumas palavras relativamente conhecidas, considerando o seu étimo latino. A 2ª etapa consistiu na construção de um pequeno texto dramático, com a aplicação de uma dezena destas palavras, na sua dupla derivação.
Os alunos do 8º ano responderam ao repto de construir um acróstico a partir do tema do MIBE: "Descobrir caminhos para a saúde e o bem-estar". Estes e outros exercícios de escrita criativa foram expostos no exterior da biblioteca.
Contrariando os muitos constrangimentos que a situação atual impõe, foi relançada a iniciativa "10' a ler", agora com nova designação e um duplo objetivo: "Ler sempre...em qualquer lugar", tendo em vista os alunos do 8º e 9º anos que, depois de requisitarem e lerem os livros, em diferentes disciplinas, juntam-se novamente na biblioteca para falarem sobre as suas obras e partilharem, em voz alta, a leitura de alguns excertos.
A turma 6 do 8º ano foi uma das que iniciou este projeto.
"Descobrir caminhos para a Saúde e o Bem Estar" - o tema do MIBE foi usado para a criação de slogans publicitários, depois de uma abordagem no âmbito da literacia dos Media.
Esta atividade , proposta pela biblioteca, desenvolveu-se em DAC, com o 8º 10. Os alunos realizaram os trabalhos e, no final, apresentaram-nos aos colegas.
O tema do MIBE serviu de ponto de partida para um exercício coletivo: um acróstico com as palavras consideradas em separado, mas tendo por referência o tema.
Apesar de alguma dificuldade, a resposta dos alunos da turma 1 do 8º ano foi bastante positiva.
O III Webinário desta série, promovida pela rede de bibliotecas do concelho de Alcobaça, em articulação com a FLUL da Universidade de Coimbra, foi dinamizado pelo Professor Manuel Portela que falou sobre literatura digital, na ótica do autor/produtor e do leitor, dos alunos, em particular.
A dependência que a literatura digital manifesta relativamente aos meios informáticos e a necessidade de adaptar convenções anteriores ao novo meio, ao mesmo tempo que inventa novas convenções, constitui uma fragilidade, mas afigura-se também como um desafio para os autores e leitores que se deixam seduzir pelo suporte digital.
Entre os exemplos apresentados destaca-se a escrita e Rui Torres que mostramos aqui.
O II webinário de leitura: "Leituras no Horizonte" teve como oradora a Professora da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Ana Paula Arnaut, que nos brindou com uma abordagem à obra de Saramago, passados que são 10 anos da sua morte, focada sobretudo em dois romances: Memorial do Convento e História do cerco de Lisboa, que a especialista em Literatura Contemporânea apresentou como exemplos de textos que se constituem como novas (peculiares) versões da História de Portugal, a que chamou de "remendos" ou "emendas" ao jeito de Saramago.
Na dissecação de temas e problemas comuns aos vários títulos publicados pelo Nobel da Literatura, destaca-se o lema essencial, presente nestas leituras e particularmente na que nos ocupa no momento e que vivamente recomendamos, Ensaio sobre a Cegueira : "Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara".
Fahrenheit 451 é o Livro da Semana proposto pelo PNL 2027. Trata-se de um romance distópico, escrito por Ray Bradbury e publicado pela primeira vez em 1953, nos EUA, tendo chegado a Portugal em 1956, pela editora Livros do Brasil com tradução do escritor Mário Henrique-Leiria.
Na
página do PNL
podem ler alguns excertos e visionar os trailers das adaptações
cinematográficas que foram feitas desta obra.
Um olhar no horizonte... Releituras – é o título geral do II ciclo de webinários promovido pelo Centro de Estudos Superiores da Universidade de
Coimbra em Alcobaça, em parceria com a Rede de Bibliotecas do Concelho de
Alcobaça.
Na 1ª intervenção, que teve lugar este sábado de manhã, o Professor Carlos Reis apresentou-nos
várias possibilidades de abordagem das personagens dos romances de
Eça de Queirós, com recurso a técnicas e suportes diferentes que, na perspectiva
do autor de “Releituras intermediáticas de personagens queirosianas”, contribuem
para uma visão mais rica e desafiante da obra de Eça.
No Mês das Bibliotecas Escolares, ganha particular sentido colocar a leitura
literária no centro das iniciativas, sobretudo das que resultam de parcerias
alargadas, como estes webinários.
“A pior cegueira é a mental” - um postulado que encerra o sentido crítico do autor desta
obra,essencial e preditiva, José Saramago, que alcançou redobrado sentido no
contexto da atual pandemia.
“Que esta máxima seja orientadora das nossas ações “, é a sugestão da Inês Luís, leitora e admiradora do livro, que podem ouvir aqui:
Os alunos das turmas 11º2, 11º4 e 12º 2 responderam ao desafio lançado pela professora de português e registaram algumas palavras "recebidas / dadas" pela pandemia...
E as palavras que ficaram "guardadas" ...
Este ano,a celebração do Dia Europeu das Línguas esteve mais condicionada, mas não foi esquecida. Na sala de aula realizaram-se algumas atividades com o intuito de mostrar a riqueza e a diversidade linguística. Na biblioteca organizou-se uma pequena exposição evocativa.
São muitos os argumentos e as razões que se podem apresentar para começar a Ler. Estas e outras!
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"Um não leitor ainda não descobriu o seu livro, pois para «cada livro existe um leitor», afirmou Isabel Allende ao LeV – literatura em viagem. Provavelmente, ainda não descobriu o género literário, policial, romance, ficção científica, auto-ajuda, entre outros, que mais se ajusta ao seu perfil e ao momento que está a viver. Dê o benefício da dúvida e experimente!"
A biblioteca doada por Alberto
Manguel será a semente do futuro Centro de Estudos da História da Leitura
(CEHL), que o próprio irá dirigir, passando por isso a viver em Lisboa.
Que os ventos soprem favoravelmente para a concretização desta iniciativa.
Gonçalo M. Tavares em peregrinação literária,
através da Rede Cultura 2027, a decorrer entre 23 de junho e 23 outubro 2020.
O Plano Nacional de Leitura (PNL2027) e a Fundação Belmiro de Azevedo – EDULOG - lançam publicamente a Plataforma LER – Leitura e Escrita: Recursos, numa sessão online, no dia 22 de setembro, às 15:00h.
A
apresentação da plataforma LER e
discussão pública poderá ser acompanhada em direto através do Facebook e do Youtube do PNL2027.
O interesse da iniciativa justifica-se quer pela importância do tema, quer pela qualidade dos oradores.
A não perder!
Feira
do Livro de Lisboa (até 13 setembro).
Um prazer sempre renovado, subir e descer as laterais do Parque Eduardo VII, com os olhos postos nas bancas coloridas de imagens e recheadas de histórias que podemos adquirir a preços reduzidos até 50%, se for “Livro do Dia” ou na Hora H (21h – 22h). A não desperdiçar também a vista que pode ser fruída calmamente, sentados numa das muitas mesas, dispostas com as distâncias de segurança recomendadas.
A viagem literária em curso situa-se num contexto mais orientalizante, no espaço fascinante que é o da cidade de Istambul, particularmente rica pela confluência de culturas de pendor europeu/ocidental e islâmica/oriental. Um destino adiado, por enquanto conhecido apenas através das palavras de Tiago Salazar em “A Escada de Istambul”.
A par desta leitura tento avançar no conhecimento da biografia de Calouste Gulbenkian, que me conduziu também para o espaço desse imenso e controverso território que é a Turquia, herdeira de um vasto império com todas as suas grandezas e misérias, de que o autor biografado é um notável protagonista, que o curso da história trouxe até Lisboa, onde se instalou e deixou tão apreciável legado.
Em “O Homem mais rico do Mundo…” , Jonathan Conlin revela-nos as “muitas vidas” do “Senhor cinco por Cento”, como era conhecido Calouste Sarkis Gulbenkian. (Fátima P.)