quinta-feira, 8 de junho de 2017

Feira do Livro de Lisboa

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1ª Feira do Livro realizada em maio de 1930 (Rossio)

É de facto o maior acontecimento literário da capital e com uma considerável longevidade: 87 anos!!
A Feira do Livro, hoje, ganhou outras vertentes, com os espetáculos musicais e os espaços de lazer e restauração,para retemperar as forças gastas no percurso entre os pavilhões ou simplesmente para fruir, em simultâneo, de diferentes prazeres.
Quem quiser comprar livros a preços inferiores tem a "happy hour" ou "hora H" ou escolhe entre os "Livros do Dia". Um dos objetivos da Feira do Livro é também promover o contacto direto com os autores.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Clube de leitura - "O grito da gaivota"


O grito da gaivota foi o livro escolhido pelos alunos do 8º 2 para a leitura em voz alta, seguida de comentário e debate de ideias e valores, evidenciados nesta biografia de uma conhecida atriz francesa, surda profunda, que teve de empreeender uma longa e difícil caminhada, pejada de  preconceitos para prosseguir os seus sonhos e objetivos pessoais e profissionais.


quinta-feira, 25 de maio de 2017

Jovens autores - escrita criativa


A jovem escritora Inês Lampreia autora de O País Invisível e A Infâmia, colaboradora no projeto,Young Writers Lab, que tem vindo a desenvolver com outros escritores internacionais, em contacto com a plataforma Kultivera (Suécia).
Os alunos participaram na sessão e desenvolveram um exercício de escrita criativa.



terça-feira, 16 de maio de 2017

Autoras de maio-junho 2017


Pensando sobretudo nos mais novos, para o mês de maio escolhemos as autoras celebrizadas pela coleção Uma Aventura, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.


sexta-feira, 5 de maio de 2017

CNL - Fase distrital


Apesar de não terem ficado entre os cinco primeiros, os alunos que representaram a ESBF na fase distrital do Concurso Nacional de Leitura tiveram um bom desempenho e mostraram sentido de responsabilidade.
O local, Sintra, dotado de atrativos tais que dispensam palavras, aliado a um programa preparado ao detalhe pela comissão organizadora  da iniciativa, tornaram especial o dia 2 de maio de 2017.


terça-feira, 25 de abril de 2017

Antecipando o Dia da Liberdade


A comemoração do Dia da Liberdade, 25 de abril, conta com uma exposição sobre a visita de estudo realizada pela turma 12ª 6 ao Museu do Aljube, no âmbito da disciplina de história. A ideia foi recriar parte da visualização feita pelos alunos, incluindo a representação de um curro, onde o prisioneiro aguardava a passagem do tempo, tentando não desesperar.

Antes da inauguração da exposição fizeram-se quatro  leituras fundamentais :
- "As portas que abril abriu", por Inês e Carolina Valentim.
 "Queixa das jovens almas censuradas", pela professora Amélia Lopes.
Acordai!", pelo aluno Diogo Santos.
 O mesmo poema foi cantado depois a duas vozes pelos professores Eduarda M. e J.C. Maurício.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Dia Mundial da Poesia


Lembrado em vários lugares e por diversas pessoas, o Dia Mundial da Poesia foi também assinalado na Biblioteca.
A BE vestiu-se com as cores da poesia e as letras dos poetas: os consagrados e os aspirantes a poetas que, com a orientação dos professores, escreveram textos sobre diferentes temáticas que estão, agora, expostos na biblioteca.

Tudo o que cessa é morte
e a morte é rosa.
Tudo o que vai não volta.
Tudo o que é sério pouco nos importa.
Na vida ou na morte.
Caia o cidrão, sofra o povoador, cesse
A morte, o grande autor.
Colhe as flores, mas larga-as.
Esquece a matéria.
A amoreira é plácida, verdadeira.
Teu amor é a minha loucura.
Tua risada junto à videira.
Seja assim a vida inteira,
Dentro do nosso almanaque.


Iara, nº 13,  Rodrigo, nº 21 - 8º 6

Perdi-me aqui dentro,
Perdi-me dentro da minha alma,                                                     
Percorro-me em salas grandes, sem frestas nem entradas, 
Preso num sítio sem saída.

A minha coragem fugiu pela fortaleza acima                            
A coragem desapareceu pela escada abaixo                                     
Muitas vezes me perguntei e nunca achei solução
Que está muito longe de ser descoberta

Seja a mágoa, a bebedeira da punição,                                          
Seja isto ou outra coisa qualquer.                                                    
Não sei se a existência é pouco ou demais para mim

Não sei como me sinto em relação à vida                                    
Mas sou enigma sem mistério no ocidente                                        
E serei facilmente descoberto à beira-mar.

Marino Pereira, 8.º3, n.º 15