domingo, 7 de outubro de 2012

Rui Cardoso Martins - Autor de Outubro 2012

Escritor, jornalista ("Público") e argumentista português: foi um dos escritores do programa Contra Informação, da RTP 1. Rui Cardoso Martins escreveu o guião de "Zona J" para o cinema e (em parceria) o da longa-metragem "Duas Mulheres".


O seu primeiro livro, "E Se Eu Gostasse Muito de Morrer" foi publicado em 2006 e o segundo, "Deixem passar o homem invisível", foi premiado com o Grande Prémio de Romance e Novela, da Associação Portuguesa de Escritores/Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas. De igual modo, a sua obra "Se Fosse Fácil Era Para Os Outros" (2012) merece destaque entre as mais recentes publicações de autores portugueses.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Dia Europeu das Línguas


A Europa possui um património linguístico muito rico pela diversidade e expansão mundial das línguas que são faladas dentro do seu espaço geográfico.

A data de 26 de setembro tornou-se, desde 2001, uma referência para a evocação dessa riqueza expressiva e cultural. Na nossa escola, há já alguns anos que é um motivo para pensar e escrever sobre a importância de aprender diferentes línguas, destacando-se os trabalhos em francês, realizados com os alunos das turmas do 7º (galicismos) , 8º (gastronomia e património histórico-cultural) e 9º (personalidades).



Em língua portuguesa os alunos exprimiram algumas ideias soltas ou citaram autores significativos da lusofonia.

Os alunos de PLNM escreveram na sua língua mãe: russo, croata ... .

Também o esperanto teve o merecido destaque na exposição organizada na biblioteca.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

José Luís Peixoto - autor do mês de Setembro



José Luís Peixoto é um jovem escritor, que iniciou a sua carreira literária há mais de uma década. A sua obra, constituída por uma significativa quantidade de títulos, representa um olhar maduro e profundo sobre as pessoas e a vida que estranhamente se coaduna com a juventude do autor.

sábado, 25 de agosto de 2012

O estranho desaparecimento de Esme Lennox


A ideia central desta obra, não sendo propriamente original, é narrada de uma forma particularmente dinâmica, tecendo e entretecendo uma trama complexa sobre vidas trocadas, roubadas, equivocadas…

A autora percorre três gerações de uma saga familiar e estabelece diálogos (im) possíveis entre as personagens principais, revelando factos e expondo sentimentos e emoções, que esboçam o retrato das mulheres que marcam a história.

domingo, 19 de agosto de 2012

Os passos da cruz por Nuno Júdice


Uma novela onde a memória tem um lugar central na construção e interpenetração das duas histórias: a da personagem histórica que conduz a linha de investigação e norteia a vivência dos afetos e desafetos do autor omnisciente que vivencia a sua experiência  amorosa à luz dos acontecimentos ocorridos no passado com outras personagens, com as quais se identifica, apesar do tempo que os separa.
Nuno Júdice confirma a sua competência também para a criação do texto em prosa, apesar de a poesia ter um lugar proeminente na sua criatividade literária.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

José Régio por Eugénio Lisboa

Uma visita à casa de José Régio em Vila do Conde sob a orientação de Eugénio Lisboa, um admirador, amigo e cultor do poeta e pintor,  foi a proposta do programa Câmara Clara para o dia 8 de Julho de 2012.

sábado, 7 de julho de 2012

Ernest Hemingway - Autor de Julho

Escritor norte-americano que nasceu e morreu no mês de Julho, um dos mais conhecidos membros da “geração perdida” , que se encontrou em Paris para viver, quase sempre de forma atribulada, as suas experiências artísticas e literárias.
Hemingway teve uma intensa relação com a Espanha, onde desempenhou funções de correspondente de guerra, durante a Guerra Civil Espanhola, facto que inspirou algumas das suas obras, engajando-se ao lado dos republicanos contra as forças nacionalistas de Franco, que representavam a ideologia fascista.
Em 1952 publicou "O Velho e o Mar", considerada a sua obra-prima, com a qual ganhou o prêmio Pulitzer (1953) . No ano seguinte, 1954, foi laureado com o Nobel de Literatura .

"Todos os bons livros se parecem: são mais reais do que se tivessem acontecido de verdade."
As personagens deste escritor defrontaram-se com o problema da "evidência trágica" do fim. Hemingway não pôde aceitá-la. A vida inteira jogou com a morte até que, em 1961, chegou o desfecho da forma mais trágica, como a ideia que sempre o perseguira – o suicídio.
"É sempre assim. Morre-se. Não se compreende nada. Nunca se tem tempo de aprender. Envolvem-nos no jogo. Ensinam-nos as regras e à primeira falta matam-nos." In, O Adeus às Armas